Escolhemos o seriado “MADMEN” como tema para os trabalhos da matéria multimídia 2, ministrada pelo professor Hugo Cristo.

Curso de Desenho Industrial, UFES

Alunos: Adhemar Neto, Bianca Trancoso, Nicoli Ferraz, Rayza Paiva, Estephan Cortes

Trabalho 03

Trabalho 02

O vídeo  é um ótimo ensaio de Jefferson Robbins sobre os truques de câmera usados pelo produtor da série americana “Mad Men”, Matthew Weiner. Robbins exemplifica de uma maneira simples e bacana como o estilo push-in and pull-out afeta nossa percepção sobre personagens e drama. Para quem sofre de tendências cinéfilas, o site http://filmfreakcentral.net/ em que Robbins é um dos co-autores, possui inúmeros comentários sobre filmes, informações sobre DVD’s, críticas e dicas de livros sobre o mundo cinematográfico.

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TONY GÓES
colaboração para a Folha de S.Paulo

Todo mundo fuma. O tempo todo. Em casa, no escritório, uns nas caras dos outros. Até as grávidas e lactantes fumam. Este é o primeiro impacto causado por “Mad Men”: meu Deus, como se fuma, e ninguém acha ruim!

A terceira temporada do programa estreia hoje na HBO, mas seu conteúdo “arqueológico” é tão grande que ele talvez devesse ser exibido pelo Discovery Civilization.

A reconstituição de época é perfeita, mas o que realmente interessa são as enormes transformações pelas quais passaram os Estados Unidos na década de 60 do século passado. Foi quando as mulheres entraram para valer no mercado de trabalho, o consumo de drogas atingiu a classe média e os gays começaram a sair do armário.

O “Mad” do título não se refere apenas à “loucura” dos personagens frente a um mundo de pernas para o ar, mas também à Madison Avenue, o endereço tradicional das agências de propaganda em Nova York. O principal cenário é a fictícia agência Sterling Cooper, onde o diretor de criação Don Draper (Jon Hamm) cria campanhas de sucesso, seduz clientes e secretárias, fuma e bebe sem parar. Don carrega um grande segredo, que hoje não pareceria tão grave: é filho de uma prostituta morta no parto e foi entregue à adoção.

Mas quem sofre mesmo são as mulheres. A ex-secretária Peggy Olson (Elisabeth Moss) promovida a redatora, enfrenta o machismo dos colegas menos talentosos. Betty (January Jones), que Don trai a torto e a direito, tem um terceiro filho para tentar salvar o casamento, mas vai mudar de ideia depois de conhecer um homem mais atencioso. E a eficientíssima Joan Harris (Christina Hendricks) é obrigada a abandonar a carreira para seguir o marido, um médico medíocre.

Há também o drama do diretor de arte Sal Romano, que, além de ser o único descendente de italianos numa empresa dominada pelos “wasps” (brancos, anglo-saxões e protestantes), ainda luta com sua homossexualidade latente. E mais divórcios, acidentes, filhos bastardos e intrigas corporativas dignas de novela mexicana.

Apesar do excesso de tramas, o ritmo de “Mad Men” é lento. As cenas são longas e os silêncios idem, como se quisessem nos dar tempo de apreciar cada detalhe dos figurinos e cenários deslumbrantes. Para quem se acostumou ao bombardeio de seriados como “Lost”, é difícil se ajustar.

Mas vale a pena. “Mad Men” foi criada por Matthew Weiner, que foi roteirista de “A Família Soprano”, e vem repetindo a quantidade de prêmios que a outra série levou. Agora só falta conquistar uma audiência expressiva —tantos nos EUA como aqui, onde ainda passa desapercebida.

fotos que saíram na edição americana da Rolling Stone

The New York Times, Variety, and Business Insider Say Mad Men Is Part of a New Era in TV

Mad Men Gets Kinkier: What Don Draper’s New Fetish Says About Ours

Here’s a huge treat for Mad Men fans: Some lovely person has just leaked a thank-you video for creator Matt Weiner made by the cast and crew of Mad Men (apparently at the season-three wrap party? Everyone seems a little loaded!) singing “Bye Bye Birdie,” a song that played a big role last season. See Jon Hamm make silly faces behind a (disappointingly lip-synching) January Jones! Watch John Slattery sing in a long red wig! Giggle at the sight of Elisabeth Moss texting in her Peggy Olson costume! And much, much more (even the kids are in it, and there’s even a blooper reel!). It’s so great we’re not even mad at the conspicuous absence of Christina Hendricks and Bryan Batt.

http://nymag.com/daily/entertainment/2010/04/drunken_mad_men_cast_and_crew.html

Mad Smoke: Cada cigarro fumado em Mad Men

Este ato repetitivo, aparentemente inútil e superficial de fumar pode te causar um dos dois efeitos: 

1) não querer ver mais cigarros na sua frente, ou então;

2) o fará correr até a loja da esquina mais próxima, para poder fumar um maço antes do jantar.

De qualquer modo, a publicidade funciona.